pombo

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domingo, 8 de agosto de 2010

SE TIVESSEM VONTADE...






"(...) Quem é que mantém faminta a grande maioria da população mundial - quando haveria tanta comida armazenada para alimentá-la adequadamente, se fosse abandonado o "lucro como o motivo para a existência"? 

Se tivessem vontade, os líderes financeiros poderiam criar e colocar em ação, planos para distribuir aos necessitados o excedente de mercadorias. 

Se o fizessem, encontrariam o universo inteiro respondendo com bênçãos, a economia mundial floresceria e a paz se estabeleceria mundialmente.

Porém, antes que isso possa acontecer aquilo que já tiver sido criado na consciência pelos comportamentos agressivos e degradados NO MUNDO INTEIRO deverá se materializar na experiência humana, - não como castigo, mas como consequência natural das LEIS da EXISTÊNCIA". 


(CARTAS DE CRISTO, CARTA 4, p. 130).


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O ORIENTADOR DA TRANSFORMAÇÃO INDIVIDUAL






Efetivamente, as massas acompanhavam o Cristo, de perto, no entanto, não vemos no Mestre a personificação do agitador comum.

Em todos os climas políticos, as escolas religiosas, aproximando-se da legalidade humana, de alguma sorte partilham da governança, estabelecendo regras espirituais com que adquirem poder sobre a multidão.

Jesus, porém, não transforma o espírito coletivo em terreno explorável.

Proclamando as bem-aventuranças à turba no monte, não a induz para a violência, a fim de assaltar o celeiro dos outros. Multiplica, Ele mesmo, o pão que a reconforte e alimente. Não convida o povo a reivindicações.

Aconselha respeito aos patrimônios da direção política, na sábia fórmula com que recomendava seja dado “a César o que é de César”.

Muitos estudiosos do Cristianismo pretendem identificar no Mestre Divino a personalidade do revolucionário, instigando os seus contemporâneos à rebelião e à discórdia; entretanto, em nenhuma passagem do seu ministério encontramos qualquer testemunho de indisciplina ou desespero, diante da ordem constituída.

Socorreu a turba sofredora e consolou-a; não se mostrou interessado em libertar a comunidade das criaturas, cuja evolução, até hoje, ainda exige lutas acerbas e provações incessantes, mas ajudou o Homem a libertar-se.

Ao apóstolo exclama — “vem e segue-me.”
A pecadora exorta — “vai e não peques mais.”
Ao paralítico fala, bondoso — “ergue-te e anda.”
A mulher sirofenícia diz, convincente — “a tua fé te curou.”

Por toda parte, vemo-lo interessado em levantar o espírito, buscando erigir o templo da responsabilidade em cada consciência e o altar dos serviços aos semelhantes em cada coração.

Demonstrando as preocupações que o tomavam, perante a renovação do mundo individual, não se contentou em sentar-se no trono diretivo, em que os generais e os legisladores costumam ditar determinações... Desceu, Ele próprio, ao seio do povo e entendeu-se pessoalmente com os velhos e os enfermos, com as mulheres e as crianças.

Entreteve-se em dilatadas conversações com as criaturas transviadas e reconhecidamente infelizes.

Usa a bondade fraternal para com Madalena, a obsidiada, quanto emprega a gentileza no trato com Zaqueu, o rico.

Reconhecendo que a tirania e a dor deveriam permanecer, ainda, por largo tempo, na Terra, na condição de males necessários à retificação das inteligências, o Benfeitor Celeste foi, acima de tudo, o orientador da transformação_individual, o único movimento de liberação do espírito, com bases no esforço próprio e na renúncia ao próprio “eu”.

Para isso, lutou, amou, serviu e sofreu até à cruz, confirmando, com o próprio sacrifício, a sua Doutrina de revolução interior, quando disse: “e aquele que deseje fazer-se o maior no Reino do Céu, seja no mundo o servidor de todos.”


[10 - página 67] - Emmanuel - 1952
(Ver: Jesus: "Meu lugar na história")



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sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Estas CARTAS SÃO A VERDADE.






Estas CARTAS SÃO A VERDADE.

Elas transcendem todas as doutrinas religiosas do mundo.

Estas CARTAS vão LIBERTAR você.

As Cartas são para todas as pessoas que buscam a razão da existência, o propósito de suas vidas, força para enfrentar a luta da vida, suportar dificuldades, doenças e desespero, e inspiração para aqueles que desejam alcançar mais consciência espiritual no dia a dia de suas vidas.

Poderia se dizer que estas Cartas são um CURSO PARA SE TORNAR MESTRE, destinado àqueles que estão prontos para percorrer o caminho que trilhei quando estive na Terra, na Palestina.

Talvez você duvide de que estas palavras sejam verdadeiras. À medida que for lendo estas páginas e for se aprofundando nos fatos que estou explicando a respeito da existência e das origens da personalidade, você perceberá que esta verdade somente poderia vir da mais alta fonte.

Aqueles que tiverem dificuldade em compreender as CARTAS devem ler apenas uma página por vez, para então colocá-las de lado e meditar.

Gradualmente, sua consciência absorverá o significado delas, uma vez que estas páginas são o elo entre sua consciência e minha consciência transcendente.

Aproxime-se destas CARTAS com a mente livre de ideias, crenças e preconceitos, como uma criança pequena antes de ser doutrinada com a crença humana.

Traga-me a sua mente aberta, uma mente que busca e eu a preencherei com tesouros verdadeiros, o tesouro do mais alto conhecimento, o qual, ao ser absorvido, aliviará sua carga diária e conduzirá você até “os verdes pastos de brilhantíssima luz”, o que significará abundância, alegria, arrebatamento e preenchimento pleno de todas as suas necessidades.

Você saberá como é sentir-se abundantemente abençoado com tudo o que existe mais além da sua compreensão humana.

Estas CARTAS são enviadas a todas as pessoas do mundo com todo meu amor e compaixão.

Enquanto você as lê, sentirá o amor e a compaixão e vai perceber que suas lutas diárias com a existência nunca foram planejadas para você.

Não há necessidade de experimentar a dor e a tensão quando você entende, absorve e pratica a VERDADE DA EXISTÊNCIA com constância.


Cristo, trecho da Carta 1


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quarta-feira, 4 de agosto de 2010

"NECESSIDADE URGENTE DE UMA VISÃO MAIS ELEVADA"]






É significativo que nunca tenha sido publicamente questionada a ausência de registros de minha juventude. Qual foi a verdadeira razão de tão importante omissão?

É igualmente significativo que, embora eu tenha passado seis semanas no deserto depois de meu batismo e tenha saído daquela experiência como um MESTRE e CURADOR, nenhum escritor tenha tentado descrever o que realmente aconteceu durante aquele tempo - apenas se disse que eu era "tentado pelo demônio", que estava "entre as bestas" e que os "anjos estavam comigo".

Não há a menor "indicação" do que aconteceu no deserto que me permitiu voltar às cidades e aldeias proclamando que "o Reino de Deus está em vocês" e falar nas sinagogas com tal autoridade que os anciãos Judeus ficaram atônitos.

A verdade a respeito da minha condição humana, por um acordo comum entre meus discípulos, foi suprimida para dar maior credibilidade à minha suposta "Divindade" e ministério.

Segundo os evangelhos, eu era o "único Filho de Deus". Por que então frequentemente eu me referia a mim mesmo como o "Filho do Homem"?

Fiz estas afirmações especificamente para confrontar as crenças predominantes a respeito da minha "divindade" e para gravar na mente das pessoas que eu tinha a mesma origem física delas.

Minha intenção era a de que compreendessem que, o que eu podia fazer, elas também poderiam, se tivessem o meu conhecimento e seguissem as minhas instruções para pensar e atuar acertadamente.

Tantos mitos têm surgido a respeito de minha pessoa terrena e minha CONSCIÊNCIA ESPIRITUAL, que já é tempo de livrar-se deles tão completamente quanto possível, uma vez que estão impondo as pessoas de evoluir espiritualmente.

Você, que foi doutrinado com ensinamentos religiosos, deve tentar compreender que meus discípulos evangelistas, ao relatarem minha vida, descreveram somente aquilo de que se lembravam pessoalmente e que apoiava plenamente seus relatos de minhas atividades "sobrenaturais".

Eles também incluíram muitas coisas que outros disseram sobre mim durante os cerca de trinta anos que se seguiram a minha morte.

Depois de tamanho lapso de tempo e do inevitável embelezamento da verdade, como é possível que tenham escrito uma "biografia" fidedigna, a meu respeito e de tudo o que realmente aconteceu ... ou explicar corretamente minhas percepções espirituais verdadeiras, as quais deram origem às minhas palavras e meus "milagres"?

Somente uma pessoa pode escrever deste ponto de vista - e essa pessoa sou eu mesmo. Portanto, estas Cartas vão levar a você a minha Verdade de uma forma que nenhum espectador poderia fazê-Io, não importando o quanto eles pensavam que entendiam o meu pensamento.

(Por esta razão, durante mais de quarenta anos, a mente do meu "Canal" tem sido sistematicamente purificada de todo ensinamento ortodoxo e o sistema de comunicação entre nós tem sido aperfeiçoado).

Se minha Verdade expressa nestas Cartas diferir muito do que está escrito no Novo Testamento, há de se duvidar dela ou rejeitá-Ia por esta razão?

Portanto, estou descendo em consciência brevemente, tão perto quanto necessário do seu plano de consciência, para descrever minha vida e meus ensinamentos de dois mil anos atrás.


[CARTAS DE CRISTO - Carta 1
- Capítulo "NECESSIDADE URGENTE
DE UMA VISÃO MAIS ELEVADA"]



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segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Jesus e a Caridade



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Antes de Jesus, a caridade é desconhecida.

Os monumentos das civilizações antigas não se reportam à divina virtude.

Os destroços do palácio de Nabucodonosor, no solo em que se erguia a grandeza de Babilônia, falam simplesmente de fausto e poder que os séculos consumiram.

Nas lembranças do Egito glorioso, as Pirâmides não se referem à compaixão.

Os famosos hipogeus de Persépolis são atestados de orgulho racial.

As muralhas da China traduzem a preocupação de defesa.

Nos velhos santuários da Índia, o Todo-Poderoso é venerado por milhões de fiéis, indiscutivelmente sinceros, mas deliberadamente afastados dos semelhantes, nascidos na condição de párias desprezíveis.

A acrópole de Atenas, com as suas colunas respeitáveis, é louvor à inteligência.

O coliseu de Vespasiano, em Roma, é monumento levantado ao triunfo bélico, para as expansões da alegria popular.

Por milênios numerosos, o homem admitiu a hegemonia dos mais fortes e consagrou-a através da arte e da cultura que era suscetível de criar e desenvolver.

Com Jesus, porém, a paisagem social experimenta decisivas alterações.

O Mestre não se limita a ensinar o bem. Desce ao convívio com a multidão e materializa-o com o próprio esforço.

Cura os doentes na via pública, sem cerimoniais, e ajuda a milhares de ouvintes, amparando-os na solução dos mais complicados problemas de natureza moral, sem valer-se das etiquetas do culto externo.

Lega aos discípulos a parábola do bom samaritano, que exalta a missão sublime da caridade para sempre.

A história é simples e expressiva.

Transmite Lucas a palavra do Celeste Orientador, explicando que “descia um homem de Jerusalém para Jericó e caiu nas mãos dos salteadores que o despojaram, espancando-o e deixando-o semimorto.

Ocasionalmente, passava pelo mesmo caminho um sacerdote e, vendo-o, passou de largo.

E, de igual modo, também um levita, abordando o mesmo lugar e observando-o, passou a distância. Mas um samaritano, que ia de viagem, chegou ao pé dele e, reparando-o, moveu-se de íntima piedade.

Abeirando-se do infortunado, aliviou-lhe as feridas e, colocando-o sobre a sua cavalgadura, cuidadosamente asilou-o numa estalagem”.

Vemos, dentro da narrativa, que o Senhor situa no necessitado simplesmente “um homem”.

Não lhe identifica a raça, a cor, a posição social ou os pontos de vista.

Nele, enxerga a Humanidade sofredora, carecente de auxílio das criaturas que acendam a luz da caridade, acima de todos os preconceitos de classe ou de religião.

Desde aí, novo movimento de solidariedade humana surge na Terra.

No curso do tempo, dispersam-se os apóstolos, ensinando, em variadas regiões do mundo, que “mais vale dar que receber”.

E, inspirados na lição do Senhor, os vanguardeiros do bem...

substituem os vales, da imundície pelos hospitais confortáveis;

combatem vícios multi-milenários, com orfanatos e creches;

instalam escolas, onde a cultura jazia confiada aos escravos;

criam institutos de socorro e previdência, onde a sociedade mantinha a mendicância para os mais fracos.

E a caridade, como gênio cristão na Terra, continua crescendo com os séculos, através da bondade de um Francisco de Assis, etc., salientando, valorosa e sublime, que o Espírito do Cristo prossegue agindo conosco e por nós.

[10 - página 71] Emmanuel - 1952


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HONREMOS O AMOR DIVINO






Aqui neste espaço sagrado a energia feminina é muito real, e a energia de nossos guerreiros também presente é sentida em nossos sagrados corações, porque Cristo UNE com Sua energia Mágica, doce, serena, e amorosa... todos sabemos o quanto Ele nos ama! 

Tem declarado isso há séculos e séculos, jamais desistiu da humanidade...

Façamos a nossa parte, honremos o Amor Divino e a Paz Interior conscientemente, o tempo é AGORA! Aqui não se trata de quem é quem, mas de que SOMOS UM com ELE. 

A conexão precisa ser reativada nesse tempo de derramamento de tanta luz e energia Crística para a Terra, eleve-se, eleve seu pensamento demonstrando o seu amor por você e pelo outro, seja quem for e em que forma apresentar-se diante de você!

A ficção acabou. O tempo que foi dado para a humanidade sair da escuridão e descrença também...

Devemos sair da adoração para a ação, é o que Ele pede...e nos espera...

Em amor e luz!


Aimee Rocha


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quarta-feira, 28 de julho de 2010

O EGO NÃO PODE CRIAR PERFEIÇÕES





"Milhões em dinheiro estão sendo gastos na aquisição de conhecimento sobre como criar potentemente as formas de consciência que prevalecerão sobre todos os projetos de energia que o cercam e os anule. 

Você está indo na direção errada. 

Tudo o que você busca em harmonia e saúde fugirá de você enquanto você não compreender plenamente que o EGO não pode criar a PERFEIÇÃO enquanto você não acordar para a bela natureza que tudo dá da Consciência Divina que é a a sua Fonte de Vida, a verdadeira Fonte de saúde, realização e inspiração. 

Você é como criança em uma área de brinquedos, brincando com outras, criando histórias de faz de conta e se perguntando porque o faz de conta não funciona. 

As crianças ficam excitadas e energizadas pelas histórias fantasiosas e felizes que elas contam umas às outras, mas quando vão para casa, têm que enfrentar a realidade da vida em que seus pais vivem". 


(CARTAS DE CRISTO, 
TEXTOS COMPLEMENTARES, p. 139).


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