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quinta-feira, 17 de setembro de 2015

A CONSCIÊNCIA CRÍSTICA






Minhas experiências de iluminação no deserto me permitiram alcançar a CONSCIÊNCIA CRÍSTICA em grande medida enquanto estive na Terra. 

Mas você pode seguir meus passos se tiver vontade de fazê-lo e com certeza estarei disponível para ajudá-lo em sua jornada. Você poderá sentir minha presença se for suficientemente sensível para isso. 

Mas se em um primeiro momento você não sentir nada, não desanime, porque enquanto você faz o trabalho de mudar sua consciência, você pode estar absolutamente certo de que estará sintonizando com minha CONSCIÊNCIA CRÍSTICA e estarei a par de tudo o que estiver acontecendo com você.


(Cartas de Cristo, Carta 1, p.60)

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O seu ego é uma barreira para a Super Consciência.






O seu ego é uma barreira para a Super Consciência.


Somente com tentativas diárias mais sistemáticas e persistentes de limpar sua consciência dos pensamentos e hábitos do ego, é que se torna possível para a Consciência Divina INFILTRAR-SE em sua consciência humana, trazendo um novo discernimento e novas percepções. 

Iluminados por isto, seus pensamentos, palavras e ações começarão a mudar. Quando você vê as coisas de maneira diferente, você começa a AGIR de modo diferente.

Sua consciência humana é imperfeita. Ela é feita de tendências egoístas e egotistas. Não deixe seu ego reagir contra esta afirmação válida. Você não será de modo algum responsabilizado por isso, porque o ego é criado divinamente a fim de dividir a Consciência Divina em indivíduos.

Você necessita do Ego. Ele defende você e o leva em direção ao que você precisa para sobreviver. PORÉM, ele também pode forçar um indivíduo a se comportar de maneira doentia, psicologicamente falando. 

O Ego é o impulso por trás de todo o crime no mundo.


(Cartas de Cristo, Textos Complementares, Capítulo 17)


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REI DOS REIS





JESUS

Supremo em sua Autoridade

Absoluto em sua Justiça

Infinito em sua Sabedoria e Conhecimento

Absolutamente Soberano

Poderoso sem limites

Sem paralelo em sua Grandeza

Sem vascilação em sua Fidelidade

Sem fim em sua Misericórdia

Sem igual em sua Graça

Genuinamente Criativo

Terrível em sua Ira contra o pecado

Tremendo em sua Santidade

Impossível de conter todo o seu Entendimento

Cintilante em sua Beleza

Insondável em seu Amor

Imcompreesnsível em sua Humildade

Indizível em sua Ternura

Fascinante em sua Personalidade

REI DEUS

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CONSAGRAÇÃO À JESUS, O CRISTO





Consagra-me Senhor, no começo deste novo dia, para que tudo seja louvor da Tua Gloria, Trindade. 
Faze-me instrumento dócil nas Tuas mãos;
Dissolva na Tua misericórdia toda minha miséria;
Transforme, ó Fonte de Vida, meu coração cheio de máguas, em um coração capaz de amar, como Tu amas;
Viva em mim para que eu possa ser repouso de paz para todas as criaturas.
Que o Teu Espírito me inunde com Tua luminosidade
Que Tua Sabedoria me conduza ao Pai!
Que Teu Amor me incendeie a cada passo e no silencio do do EU SOU em mim, Maria gere em mim o Cristo,ressuscitado na Glória do Espírito Santo! Amem.

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sábado, 8 de agosto de 2015

[ “A CONSCIÊNCIA DIVINA – É PAI – MÃE” ]






Tire a venda de sua visão e intelecto limitados para ver claramente que não deve haver desigualdade entre homens e mulheres – apenas INTENÇÕES compartilhadas para expressar da maneira mais espiritual tudo o que ambos trouxeram da Consciência Divina, para poder alcançar a felicidade mais elevada possível na Terra.

Nos anos vindouros, quando um homem e uma mulher tiverem evoluído espiritualmente, quando estiverem juntos cada um na sua intenção, levarão suas intenções à “CONSCIÊNCIA DIVINA – PAI – MÃE” perguntando: O que deveria ser criado em nossas circunstâncias? – Qual é o nosso melhor caminho a seguir?

Quando tiverem recebido as respostas, eles as aceitarão com amor no coração e as compartilharão.

Quaisquer diferenças nas respostas serão respeitadas e novamente serão levadas à Consciência Divina, com a mesma petição, até que um sincero consenso tenha sido alcançado.

(Cartas de Cristo, Carta 4, p.155)
Saiba mais: www.cartasdecristobrasil.com.br


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quinta-feira, 28 de agosto de 2014

PRECE






Senhor! Abençoa-nos o desejo de aprender e servir para que não sejamos discípulos inúteis em sua obra de regeneração e concórdia, felicidade e luz!

Ajuda-nos o pensamento, a fim de que possamos irradiar a verdadeira caridade, através dos pensamentos, palavras e atitudes.

Protege-nos os ouvidos para que não abriguemos as sugestões do mal e purifica-nos a visão, a fim de que o entendimento justo não se afaste de nós.

Fortalece-nos os braços, para que o trabalho seja o nosso cântico de glorificação da Sua divina Bondade, cada dia, e orienta-nos os passos na direção do bem.

Sobretudo, Senhor, guarda-nos o coração ainda frágil, inspirando-nos a conduta que deve elevar os nossos destinos e as nossas vidas, sustentando-nos o crescimento para a imortalidade vitoriosa, na redenção que nos ensinou a buscar, por intermédio da cruz!...

Mestre, auxilia-nos a reconhecer a Sua vontade e a cumpri-la, seja onde for, e, reconhecendo que o amor e a dor são os caminhos de ascensão, ajuda-nos a descobrir os interesses sublimes de nossa alma nas mais variadas situações da vida, a fim de que estejamos Consigo, agora e sempre, no rumo da eterna ressurreição.
Assim seja.


pelo Espírito Irmã Candoca 
- Do Livro: Palavras do Coração, 
Médium: Francisco Cândido Xavier


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Qual é o sentido da ressurreição de Jesus para um cristão?






Acreditar na ressurreição de Jesus, para o cristão, é uma condição de existência: somos cristãos porque acreditamos que Jesus está vivo, triunfou da morte, ressuscitou, e é, para todos os humanos, o único mediador entre Deus e os homens.

Dessa mediação participam a seu modo tudo aquilo (o universo e tudo aquilo que contém) e todos aqueles (dos mais sábios aos mais humildes) que, pela vida e pela palavra, proclamam o poder e a misericórdia de Deus que sustenta todo o universo e nos chama a todos a participar de sua vida.

A fé na ressurreição de Jesus Cristo é o fundamento da mensagem cristã. A fé cristã estaria morta se lhe fosse retirada a verdade da ressurreição de Cristo. A ressurreição de Jesus são as primícias de um mundo novo, de uma nova situação do homem.

Ela cria para os homens uma nova dimensão de ser, um novo âmbito da vida: o estar com Deus. Também significa que Deus manifestou-se verdadeiramente e que Cristo é o critério no qual o homem pode confiar.

A fé na ressurreição de Jesus é algo tão essencial para o cristão que São Paulo chegou a escrever: “Se Cristo não ressuscitou, a nossa pregação é vazia, e vazia também a vossa fé” (1Cor 15, 14).

A ressurreição de Cristo não é apenas o milagre de um cadáver reanimado. Não se trata do mesmo evento que ocorreu com outros personagens bíblicos como a filha de Jairo (cf. Mc 5, 22-24) ou Lázaro (cf. Jo 11, 1-44), que foram trazidos de volta à vida por Jesus, mas que, mais tarde, num certo momento, morreriam fisicamente.

A ressurreição de Jesus “foi a evasão para um gênero de vida totalmente novo, para uma vida já não sujeita à lei do morrer e do transformar-se, mas situada para além disso: uma vida que inaugurou uma nova dimensão de ser homem”, explica o Papa Bento XVI no segundo volume do seu livro “Jesus de Nazaré”.

Jesus ressuscitado não voltou à vida normal que tinha neste mundo. Isso foi o que aconteceu com Lázaro e outros mortos ressuscitados por Ele. Jesus “partiu para uma vida diversa, nova: partiu para a vastidão de Deus, e é a partir dela que Ele se manifesta aos seus”, prossegue o Papa.

A ressurreição de Cristo é um acontecimento dentro da história que, ao mesmo tempo, rompe o âmbito da história e a ultrapassa. Bento XVI a explica com uma analogia.

“Se nos é permitido por uma vez usar a linguagem da teoria da evolução”, a ressurreição de Jesus é “a maior ‘mutação’, em absoluto o salto mais decisivo para uma dimensão totalmente nova, como nunca se tinha verificado na longa história da vida e dos seus avanços: um salto para uma ordem completamente nova, que tem a ver conosco e diz respeito a toda a história” (homilia da Vigília Pascal de 2006).

Portanto, a ressurreição de Cristo não se reduz à revitalização de um indivíduo qualquer. Com ela foi inaugurada uma dimensão que interessa a todos seres humanos, uma dimensão que criou para os homens “um novo âmbito da vida, o estar com Deus”, explica o Papa no livro “Jesus de Nazaré”.

As narrativas evangélicas, na diversidade de suas formas e conteúdos, convergem todas para a convicção a que chegaram os primeiros seguidores de Jesus, de que sua ação salvadora, tal como se havia pressentido nas Escrituras, não se frustrara nem se havia encerrado com sua morte.

Pelo contrário, cumpria a promessa de Deus feita desde as origens da humanidade e, portanto, o fato de Jesus estar vivo e atuante na história tinha sua base em Deus, vinha confirmar a esperança que depositamos em Deus de que a verdade e o bem, a justiça e a paz hão de triunfar, terão a última palavra, porque Deus é fiel.

O mistério da ressurreição de Cristo é um acontecimento que teve manifestações historicamente constatadas, como atesta o Novo Testamento. Ao mesmo tempo, é um evento misteriosamente transcendente, enquanto entrada da humanidade de Cristo na glória de Deus (cf. CIC, 639 e 656).

Dois sinais da ressurreição são reconhecidos como essenciais pela fé da Igreja Católica. O primeiro é o testemunho das pessoas que encontraram Cristo ressuscitado.

Essas testemunhas da ressurreição de Cristo são, antes de tudo, Pedro e os Doze apóstolos, mas não somente eles. São Paulo fala claramente de mais de quinhentas pessoas às quais Jesus apareceu de uma só vez, além de Tiago e de todos os apóstolos (cf. CIC, 642; 1 Cor 15, 4-8).

O segundo sinal é o túmulo vazio. Significa que a ausência do corpo de Jesus não poderia ser obra humana. O sepulcro vazio e os panos de linho no chão significam por si mesmos que o corpo de Cristo escapou das correntes da morte e da corrupção, pelo poder de Deus (CIC, 656).

O teólogo Francisco Catão, doutor em Teologia pela Universidade de Estrasburgo e professor do Centro Universitário Salesiano de São Paulo, explica que os sinais do sepulcro vazio e das aparições de Jesus ressuscitado foram válidos para os apóstolos e primeiros seguidores de Jesus.

“Não há porque, racionalmente, duvidar. Seria levantar a suspeita de inautenticidade histórica de todo o Novo Testamento, no que hoje, depois dos abalos da exegese liberal e da ciência mal informada, nenhum autor sério cientificamente acredita”.

“O Novo Testamento relata a morte de Jesus e seus primeiros seguidores, interpretando os sinais do túmulo vazio e das aparições. Fato que afirmaram solenemente, com base nas Escrituras.

Animados pelo Espírito Santo, deram o testemunho de sua vida pela fé em Jesus, vivo junto a Deus, como o sabemos desde os Atos dos Apóstolos”, afirma o teólogo.

O ser humano é aquele ser que não tem permanência em si mesmo. Continuar vivendo só pode significar, humanamente falando, continuar existindo num outro.

Mas existir no outro – por meio dos filhos ou da fama, por exemplo – não passa de uma sombra, porque o outro também se desfaz. Só Deus pode amparar o homem e fazê-lo perdurar. Neste sentido, a ressurreição é a força do amor que vence a morte.

Ela não é um ato fechado em si, que pertence só à divindade de Cristo. É o princípio e a fonte de nossa própria ressurreição futura.

Só existe “um” que nos pode amparar, “aquele que ‘é’, que não vem ao ser e que não deixa de ser, mas que permanece em meio ao vir a ser e ao desaparecer: o Deus dos vivos que sustenta não apenas uma sombra e o eco de meu ser e cujos pensamentos não são apenas cópias da realidade” (Joseph Ratzinger, “Introdução ao Cristianismo”).

Nesse sentido, a ressurreição “é a força maior do amor diante da morte. Ela prova, ao mesmo tempo, que a imortalidade só pode ser fruto do existir no outro que continua de pé mesmo quando eu estou em farrapos” (idem).

Os relatos da ressurreição de Jesus testemunham um fato novo, que não brotou simplesmente do coração dos discípulos. Trata-se de um fato que chegou a eles de fora, se apoderou deles contra as suas dúvidas e os fez ter a certeza de que Jesus realmente ressuscitou.

“Aquele que estava no túmulo já não está lá, ele vive – e é realmente ele próprio.

Ele que passara ao outro mundo de Deus mostrou-se suficientemente poderoso para mostrar-lhes de forma palpável que era ele mesmo que se encontrava na frente deles, que nele o poder do amor se revelara realmente mais forte do que o poder da morte” (idem).

A ressurreição de Jesus Cristo constitui a comprovação de tudo o que o próprio Cristo fez e ensinou. Todas as verdades, mesmo as mais inacessíveis ao espírito humano, encontram sua confirmação se, ao ressuscitar, Cristo deu a prova definitiva, que havia prometido, de sua autoridade divina (CIC, 651).

Nenhum homem pode ressuscitar um morto. Por conseguinte, se Jesus, como homem, ressuscitou, isto é obra de Deus. A ressurreição de Jesus crucificado demonstrou que ele era verdadeiramente o Filho de Deus e Deus mesmo (CIC, 653).

A ressurreição é o cumprimento das promessas do Antigo Testamento e das promessas que o próprio Jesus fez durante sua vida terrestre. A verdade da divindade de Jesus é confirmada por sua ressurreição.

A ressurreição de Jesus não é um ato fechado em si. É o início de um processo que se estende a todos os homens. Ela é o princípio e a fonte da ressurreição futura dos homens, atuando “desde já pela justificação de nossa alma” e, mais tarde, “pela vivificação de nosso corpo” (CIC, 658).

“Não foi nada fácil, através da história, nem o é, nos dias de hoje, para os cristãos, sustentar sua fé. Nunca, porém, lhes faltou a assistência do Espírito, senão para provar a ressurreição, pelo menos para evidenciar que não pode ser validamente contestada, por nenhum tipo de argumento científico ou filosófico”, afirma o teólogo Francisco Catão.

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Referências:

Nós agradecemos pela colaboração neste artigo ao teólogo Francisco Catão, doutor em Teologia pela Universidade de Estrasburgo e professor do Centro Universitário Salesiano de São Paulo.


Por Alexandre Ribeiro (via Aleteia)

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